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Alimento que custa R$ 2 é rico em colágeno e ajuda a queimar gordura

Bastante comum em supermercados, esse produto tem bastante colágeno e é baratinho; descubra qual é e coloque na sua dieta.

Nutriente que faz parte do grupo das proteínas, o colágeno está presente em diversos tecidos corporais por se tratar de uma proteína estrutural. Apesar de ser associado à rigidez da pele, também atua na formação e manutenção dos ossos, tendões, ligamentos e vasos sanguíneos.

Nos últimos anos, virou “queridinho” daqueles que desejam melhorar a elasticidade e firmeza da cútis, prevenindo o surgimento de rugas e sinais de envelhecimento, colaborando com a saúde dos cabelos e das unhas.

Se você deseja incluí-lo na alimentação, mas não quer gastar com suplementos caríssimos, eis uma alternativa: a gelatina. O produto custa em média R$ 2 em supermercados, é fácil de fazer e é uma fonte rica — e natural — de colágeno.

Produzida a partir do cozimento prolongado de tecidos animais ricos em colágeno, como ossos e pele, a gelatina contém os mesmos aminoácidos do colágeno, mas em uma forma que é mais facilmente absorvida pelo corpo.

Para manter a qualidade nutricional, basta evitar produtos com adição de açúcares e corantes, dando preferência às versões sem açúcar e incolor. Para o consumo, o alimento também pode ser incorporado a receitas, ou misturado a frutas ou shakes, facilitando a ingestão diária.

Como a alimentação impacta na produção de colágeno?

Por meio da alimentação, principalmente de itens ricos em proteínas, como os de fonte animal, o organismo é capaz de construir a proteína de colágeno.

Os fibroblastos, por sua vez, são as células responsáveis por produzir e degradar o colágeno — isso mesmo, o colágeno também sofre degradação, mantendo a “homeostase” cutânea, ou seja, o funcionamento equilibrado da pele.

Com o passar dos anos, no entanto, os fibroblastos reduzem de tamanho e isso resulta em menor produção de colágeno. Como o colágeno também é degradado, esse balanço jovial se torna negativo, resultando nos sinais de envelhecimento.

A partir dos 30 anos, essa degradação e queda na produção começa a ser acentuada. Por isso, manter os bons hábitos de saúde, como boa hidratação, ingestão ideal de proteína, além do sono regulado, são medidas básicas para manter a saúde da pele.

Pessoas que têm hábitos alimentares exagerados, com alta ingestão de carboidratos de baixa qualidade como farinha branca e açúcar, além da alta exposição solar, podem ter sequelas desagradáveis na pele e ainda sofrer de envelhecimento precoce. Por Metrópole

Redação

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