O Reisado em Catu é marcado por inovação e organização da Festa

A comemoração da Festa de Reis no bairro do Barão de Camaçari esse ano, teve a novidade do Bloco “Eu Sou Axé” e bandas que trouxeram clássicos do carnaval baiano

NovaPegadda

Uma festa que uniu tradição e inovação. Esse ano o Reisado em Catu-Ba, misturou inovação, criatividade e o clássico da cultura popular na cidade, na festa que atrai pessoas do local e de toda a região circunvizinhas. A festa é realizada todos os anos no bairro do Barão de Camaçari, conhecido como “Ramela” , e está no calendário de festividades anuais da Prefeitura Municipal de Catu, e vivifica a cultura, dança e a tradição catuense.

O início do Reisado foi marcada pelo esquenta na sexta- feira (04) foi aberta com uma missa na Capela Cristo Rei, na Ramela; A parte sacra da festa de Reis teve celebração para lembrar-se da importância do exemplo dos Reis Magos para fortalecimento da fé cristã, Em seguida, famílias e foliões foram às ruas para participar do desfile dos grupos folclóricos, e começou a música no coreto do bairro.

O segundo dia, sábado (05), foi marcado pelo cortejo de Reis, com Fanfarras, Percussão da Escola Municipal de Música, Grupo da Melhor Idade Estrela Dalva e atrações musicais; onde teve a participação das seguintes bandas: Fiscal e sua gente, André Dias, Mary Rabelo, Mega Samba e a banda Assombra, que entrou para fechar a noite às 2h da manhã.

Para finalizar a festa mais tradicional da Barão, na manhã de domingo (06), teve o bloco ‘Eu  sou Axé’ abrindo as comemorações pelas ruas do bairro, com músicas que são clássicos dos carnavais. Famílias inteiras aproveitam a juntos a festa.

Depois a tarde, a Banda Novapegada, conduziu um arrastão e fez a folia do bloco as ‘Meninas do Barão’, ao retornarem para a Praça da “Ramela”, onde a banda D4 já estava recebendo o público com a canção conhecida como ‘Faraó’; clássico do carnaval da Bahia. E a turma dançou e cantou muito junto coma cantora Live Guerra. Depois foi a vez de o Safadinho do Brasil, que subiu ao trio, e tomou conta do reisado com a sofrência e muito romantismo sertanejo. Na sequência veio Farra Rica no coreto levando a turma à dançar bem ao estilo fit dance.

Quem veio para fechar a noite foi a tribo do reggae, com o cantor Adão Negro, contagiando a Ramela com seu som e fazendo os fãs irem ao delírio.

 O grupo Estrela D’Alva me trouxe a tradição para a festa com o Terno de Reis no domingo pela manhã, passando nas casas como manda o costume.

 A Sexagésima oitava edição da festa que faz a economia local aquecer durante o evento, foi mesmo de família. O casal Marcos Augusto e Meiridilane Queiroz, que marcaram presença na festa, como todos os anos, pontuaram “a festa esta sendo muito bem policiada, organizada, e é bom ver todos se divertindo à vontade, com muita tranquilidade. Esperamos que o próximo ano possa ser como esse. Acompanhamos todos os anos e e só sentimos falta de alguma atração diferente”. Ressaltaram.

O objetivo da festa, segundo o Diretor de Cultura do município de Catu, João Ferreira Júnior, foi aumentar o patrimônio cultural do município “a nossa intenção é elevar essa cultura, as identidades, as tradições e a Festa de Reis faz parte disso, uma festa que começa com as tradições religiosas, em que a questão da cultura é enfatizada e termina com a festa popular”. Destacou.

Cícero Reis empresário catuense que recentemente foi manchete no Catu Acontece por conta de sua história de ação social com o povo, esteve presente  na festa, e destacou que tem uma relação de amor com o bairro da Ramela desde pequeno. “ Amo esse povo, e vejo uma carência muito grande nessa localidade de muitas coisas; e os governos que passaram pelo nosso município deixaram esse bairro desfilhado. Aqui precisa de projeto específico, já que é o mais populosos”. Destacou.

 Renan Nunes, que esteve à frente da comissão organizadora, pontuou sobre os festejos. “ A cada ano a Festa de Reis cresce, estimativa de 6 mil pessoas nos dois dias de festejo. Foi uma boa iniciativa da gestão municipal resgatar a cultura popular, mantendo a tradição. Como presidente da Comissão eu agradeço primeiramente a Deus, e à todos que contribuíram de forma direta e indireta. O meu muito obrigado, até 2020”. Disse.

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