O calvário de Ceni

O maior jogador da história do São Paulo não foi capaz de fazer fora das quatro linhas o que fez dentro. Assim como Falcão, do Internacional, Ceni foi demitido e não teve sua história respeitada.

Foto: GE

Quando assumiu o cargo, sendo anunciado no fim do ano passado, Rogério Ceni sabia da responsabilidade e da pressão quer teria ao assumir o comando do São Paulo. Se enquanto jogador a imprensa não perdoava seus erros, não seria agora como técnico que seria diferente. Dito e feito.

Nos meses que esteve à frente do São Paulo, Ceni não teve êxito em quase nada que tentou aplicar. O time não apresentava formação tática definida, evolução tática e o principal: parecia não ter comando. Era um time que parecia ser dado a sorte dos dados em algum jogo de azar. E nesse caso o tricolor parecia não ter sorte.

Foto: GE

A culpa não é só de Ceni. O São Paulo não vive bons momentos há quase dez anos. A direção vem demonstrando que as sequencias de erros que têm impactado dentro de campo. O rebaixamento parece ser a realidade mais provável. Não se sabe quando, mas que está próximo.

No futebol brasileiro nada segura emprego. Seja o maior ídolo, seja um coadjuvante, seja um medalhão. O resultado não veio, a cabeça vai rolar. O que aconteceu com Rogério fica como exemplo. O maior jogador não vive bons momentos e provou do veneno da falta da palavra dos dirigentes. Ceni na sua coletiva de apresentação falou: “Me cobrem como técnico”. Seu pedido foi atendido e como o resultado não veio, o trataram como tal.

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