Catuense faz homenagem a Tiradentes

Depois de se vestir de índia para homenagear a sua descendência e ganhar quase 400 likes no instagram do Catu Acontece, agora a professora Mayana Lago, 35, do ensino fundamental, do colégio municipal Jecelino Nogueira, em Catu Bahia, fez uma homenagem para lembrar aos seus alunos o dia de Tiradentes, 21 de abril, líder a Inconfidência Mineira . Veja o texto que ela enviou para nossa revista:

Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes

Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, foi um mártir da Inconfidência Mineira e seu dia é celebrado em 21 de abril desde 1965. Ele foi enforcado em 21 de abril de 1792, na Praça da Lampadosa (atual Praça Tiradentes), no centro do Rio de Janeiro.

Apesar de ser mineiro, foi no Rio de Janeiro que Tiradentes entrou em contato com as ideias revolucionárias iluministas e também se dedicou a melhorias urbanas na cidade, idealizando o abastecimento regular para a população, a construção de moinhos e serviços de barcas de transporte de passageiros.

Além de ter trabalhado como dentista, Tiradentes foi também tropeiro, minerador e até engenheiro. Entrou para a 6ª companhia de Dragões de Minas Gerais, como alferes, uma espécie de segundo-tenente.

Tiradentes passou seus últimos três anos de vida na prisão antes de ser enforcado.

Diferente do que mostram as imagens dos livros didáticos, Tiradentes nunca usou barba e cabelos longos. Por ser militar, o máximo que poderia usar era um discreto bigode. Na hora do enforcamento, ele estava de cabelo raspado e barba feita.

Após o enforcamento, o corpo de Tiradentes foi separado em quatro partes e foram expostas no caminho entre Rio de Janeiro e Minas Gerais. Sua cabeça ficou exposta em um poste, em praça pública. Na terceira noite, foi roubada e nunca mais encontrada

Os livros didáticos contam que as últimas palavras de Tiradentes foram “Cumpri minha missão, morro com a liberdade”, porém, alguns relatos não oficiais, dizem que, após subir os 21 degraus para chegar à forca, ele teria dito ao carrasco “seja rápido”

Não foi a morte que o transformou em um herói. Tiradentes só foi reconhecido como tal 98 anos após sua morte, quando a data se tornou feriado nacional, em 1890.

Tiradentes é o “patrono cívico da nação”, ou seja, o único brasileiro que tem sua data de morte como feriado nacional.

Veja o recadinho no instagram do site da professora Mayana:

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