Catu não está na zona de risco da febre amarela

Os postos de saúde catuenses tem vacina disponível para febre amarela, entretanto a  cidade não tem risco de surto da doença

As recentes notícias a respeito dos casos de febre amarela que foram descobertos e estão sendo divulgadas pela mídia têm deixado a população aflita. Por essa razão, a procura pela vacina voltou com força total, entretanto, existe a dúvida em relação ao período de vacinação.

A vacinação foi reforçada em Salvador após a morte de 12 macacos, nos primeiros 15 dias do ano de 2018, entretanto, não se sabe se os animais estavam infectados com a doença.

A Bahia vai faz parte dos estados que participarão da campanha de vacinação, com doses fracionada e padrão contra febre amarela. Segundo dados do Ministério da Saúde, de 1º de julho de 2017 a 8 de janeiro deste ano, foram notificados 11 casos da doença – seis foram descartados e cinco permanecem em investigação. A vacinação vai acontecer entre 19 de fevereiro e 9 de março. O dia ‘D’ de mobilização será no dia 24 de fevereiro.

Apesar de Catu estar fora do alerta da doença, as doses estão disponíveis para quem ainda não se vacinou, como explica Lindacy Mauricio, enfermeira da vigilância epidemiológica, “a vacina contra febre amarela está disponível em todas as unidades de saúde da família do município e o esquema vacinal é apenas uma dose normal e única”. Além disso, ela também ressalta que a vacina é recomendada a partir dos nove meses e os 59 anos de idade. Pessoas com mais de 60 anos precisam apresentar um relatório médico, sinalizando que o indivíduo está apto para ser imunizado.

Fatores que devem ser levados em consideração antes da vacinação é que pessoas com o sistema imunológico baixo, que fazem uso de doses altas de corticosteroides, quimioterapia e radioterapia, mulheres que estejam amamentando e gestantes não podem receber a vacina.

A febre amarela é transmitida por meio de vetor (mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes no ambiente silvestre) e os macacos que estão sendo encontrados mortos e notificados pela mídia não são transmissores da febre amarela. Assim como o homem, eles são contaminados pelo mosquito Aedes aegypt nas áreas urbanas. A morte dos animais é um sinal que indica a presença do vírus que causa a febre amarela, na região onde foram encontrados.

 

 

Reportagem: Carla Sousa

Edição de Texto e produção: Donaire Verçosa

 

 

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